A receita perdida raramente vem de um imposto inexistente. Vem de divergências que ninguém documentou, de prazos que prescreveram e de repasses que deixaram de ser comprovados. É um problema de evidência — e evidência é o que sabemos produzir.
Edificações fora do cadastro e serviços de alta complexidade — bancos, cartórios, planos de saúde — que escapam da fiscalização.
O custeio federal de saúde e assistência é rebaixado quando o desempenho não é comprovado de forma georreferenciada.
Emendas, convênios e saldos se perdem por prazo e pendência — não por falta de direito.
Toda cidade é comparada com um grupo de cidades parecidas — mesmo tamanho de população, riqueza e densidade. Quando a sua arrecada menos que essas parecidas, a diferença é receita que está escapando.
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Dois eixos: RECEBER — os olhos no território e o BI acham o que não está sendo cobrado ou pleiteado; MANTER — o 4DTracker, os indicadores e a peritagem provam o desempenho e protegem a nota, com laudo técnico defensável.